Tradução

30 de setembro: Dia Internacional do Tradutor e da Tradução

Para dizer certo em outra língua, não basta saber falar: precisa saber traduzir.

Parabéns aos tradutores profissionais que nos ajudam, todos os dias, a expressar precisamente o que os nossos clientes querem dizer.

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por no dia 30 de setembro, 2015      nenhum comentário

Tradutor: um profissional que desperta a comunicação entre diferentes culturas

Derrubar barreiras de linguagem que parecem intransponíveis, viabilizando a comunicação, o debate e a propagação de ideias e de descobertas científicas: poucos profissionais exercem esse protagonismo na evolução da humanidade.

Parabéns, TRADUTORES!

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por no dia 30 de setembro, 2014      nenhum comentário

Atalhos de teclado no SDL Trados Studio

O SDL Trados Studio é um dos softwares mais conhecidos e completos do mundo da tradução. Dentre as suas funcionalidades, merecem destaque a possibilidade de criar e gerenciar memórias de tradução e de organizar terminologias. É uma ferramenta que utilizamos bastante nos trabalhos de tradução aqui na Scientific.

O Trados foi desenvolvido nos anos 1980, mas foi na década seguinte que ele se consolidou no mercado de tradução. Certamente, não é a única ferramenta que contribui com o trabalho dos tradutores e tampouco sua boa avaliação é unânime (alguma coisa o é?), mas seu uso é adequado para os nossos projetos. E como tempo é um bem cada vez mais raro, dicas de atalhos de teclado vêm a calhar.

O blog Signs & Symptoms of Translation apresenta boas dicas de tradução, especialmente no que tange a textos da área médica. Duas postagens apresentam sugestões de atalhos de teclado no Trados Studio, para iniciantes e usuários mais experientes.

Vale a pena conferir!

 

 

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por no dia 22 de maio, 2014      nenhum comentário

Mais um livro traduzido pela equipe da Sci

Este é o livro “Modelagem Plana para Moda Feminina”, que contou com a tradução das colaboradoras Laura Martins e Patrícia Varriale da Silva, coordenadas pela Claudia Buchweitz. Para detalhes, clique na imagem:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parabéns às envolvidas neste belíssimo trabalho!
 

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por no dia 26 de março, 2014      nenhum comentário

A profissão de tradutor: perfil e mercado

Celebramos nesta semana o Dia do Tradutor, um profissional cada vez mais requisitado (reflexo do contexto socioeconômico atual). Aqui na Scientific Linguagem, os artigos científicos são o carro-chefe dos serviços de tradução, seguido pelos segmentos literário e corporativo. O mercado também abrange, principalmente, a indústria cinematográfica, a interpretação simultânea e a tradução juramentada (sendo necessária a aprovação em concurso público para realizar traduções com fé pública).

Como acontece em outros mercados, a falta de profissionais qualificados é um grande problema. E para agravar tal situação, ainda existe o mito do falante nativo ou a falsa ideia de que basta conhecer o idioma para realizar uma boa tradução. Felizmente essa visão simplória e equivocada vem perdendo espaço. Cada vez mais o mercado exige dos tradutores não apenas o domínio do idioma, mas também especialização na(s) sua(s) área(s) de atuação. Mesmo com os glossários técnicos disponíveis na internet, é preciso que o profissional entenda os termos da área em que está traduzindo.

Um bom tradutor precisa ser curioso e desconfiado. Curioso para buscar cada vez mais conhecimento, seja técnico ou cultural (para não cair em armadilhas), e desconfiado a ponto de questionar o seu próprio conhecimento e não se contentar com apenas uma fonte de consulta (não, um bom tradutor não precisa ser um “dicionário ambulante”).

Para deixar mais claros alguns detalhes e curiosidades do mundo da tradução, fizemos algumas perguntas para uma de nossas tradutoras, Janisa Antoniazzi:

Como se deu a tua escolha profissional? O que despertou o teu interesse em tradução?
A escolha foi feita com base nos meus interesses e afinidades pelos assuntos estudados no curso de Letras. Não baseei a escolha em uma análise das possibilidades profissionais. Até porque, na época em que cursei a faculdade, as possibilidades profissionais para tradutores eram bem mais restritas do que são atualmente. Portanto, a escolha foi realmente baseada no interesse em estudar línguas e literatura.

Quais foram os teus primeiros desafios como tradutora?
A tradução técnica e especificamente de artigos científicos sempre esteve no meu caminho profissional. De novo, não foi uma escolha planejada. Porém, acabei sendo levada para a tradução de artigos científicos pelas oportunidades que surgiram. Ainda durante a faculdade e logo após me formar, realizei os primeiros trabalhos de tradução para outros alunos de graduação e professores das áreas das ciências exatas. Em geral, esses trabalhos consistiam na tradução de resumos de artigos científicos de português para inglês para publicação ou na tradução de trabalhos de inglês para português para que os meus clientes pudessem ler e compreender os textos. Depois de trabalhar por um tempo como professora de inglês e tradutora freelance, acabei sendo contratada para trabalhar na Scientific e, a partir de então, o contato com artigos científicos só se intensificou. Acredito que os desafios básicos desse tipo de tradução sejam os mesmos encontrados na tradução de qualquer outro gênero de texto. Ou seja, é preciso se familiarizar com o tipo de texto, sua construção, terminologia e organização; enfim, suas características particulares.

O que é mais estimulante na tradução de artigos na área da saúde?
Na minha opinião, há dois aspectos bem interessantes. O primeiro é saber que o tradutor dessa área desempenha um papel importante na divulgação do conhecimento científico; ou seja, também fazemos parte do processo de compartilhamento de novas descobertas, que contribuem para o avanço da ciência e para a melhoria de vida das pessoas. E o segundo aspecto interessante é justamente ter acesso a esse conhecimento, muitas vezes, antes das informações serem divulgadas para o grande público.

Considerando tua experiência e as especificidades da profissão, quais características tu achas que são relevantes para uma pessoa ter sucesso trabalhando com tradução?
Bom, atualmente a tradução profissional é uma atividade bastante ampla e variada, com características bem específicas, dependo da área de conhecimento na qual se atua. Mas acredito que há alguns aspectos que podem ser generalizados para todos os tradutores. O tradutor tem que ser curioso, tem que buscar saber sempre mais e não ficar satisfeito com a primeira solução que encontrar para as suas dúvidas. Também é preciso ser desconfiado, no sentido de questionar as informações que encontra e o próprio conhecimento. Além disso, outras características básicas óbvias são o ótimo conhecimento das línguas com as quais trabalha, além de excelente capacidade de leitura e escrita. Ou seja, é preciso, antes de mais nada, ser um leitor atento e um escritor fluente.

“Os escritores fazem as literaturas nacionais e os tradutores fazem a literatura universal. Sem os tradutores, os escritores não seríamos nada, estaríamos condenados a viver encerrados na nossa língua”. (José Saramago)

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por no dia 4 de outubro, 2013      nenhum comentário

Tradução: o profissional, sua área e suas características

Na última terça-feira, dia 21, a diretora de redação, edição, revisão e tradução da Scientific Linguagem, Claudia Buchweitz, participou da mesa de discussão “Tradução: o profissional, sua área e suas características”, junto com os professores Dra. Maria Cristina Batalha (UERJ) e Dr. Ian Alexander (UFRGS). O evento foi parte da Semana Acadêmica de Letras da UFRGS.

Claudia destacou algumas particularidades da profissão e aspectos comportamentais importantes para o tradutor:

- integridade e confidencialidade;

- sólidos conhecimentos de gramática e regência dos idiomas com que trabalha;

- leitura e escrita em nível avançado nas línguas do texto original e da tradução;

- ser um ótimo professor de idiomas é uma coisa, ser um ótimo tradutor é outra;

- saber priorizar tarefas, gerenciar o seu trabalho e trabalhar em equipe;

- ser um incansável pesquisador e estar atento a detalhes (ser desconfiado e capaz de discernir, já que hoje a internet proporciona inúmeras fontes, sendo muitas delas questionáveis).

Antes de responder as perguntas dos alunos, Claudia mencionou as mudanças advindas da globalização, enfatizando que é cada vez mais comum o contato virtual nos trabalhos em equipe e o feedback imediato do cliente. Há também uma maior amplitude de atuação, ao mesmo tempo em que aumentaram as possibilidades de comparação e a competição no mercado de trabalho.

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por no dia 23 de maio, 2013      nenhum comentário

Revisor – as dores e as delícias da profissão

Hoje, 28 de março, é o dia do revisor. Resolvemos apresentar a percepção da profissão por parte de uma revisora que já passou pela nossa empresa, Letícia Loder, que atualmente trabalha com textos técnico-científicos na Embrapa, em Brasília. Leia o depoimento dela:

Particularmente, adoro quando o material a revisar apresenta desafios, levando-me a parar o trabalho e fazer pesquisa, trocar ideias com colegas, etc. É tão bom quando a gente consegue construir uma explicação redondinha e fazer a correção no texto com base e propriedade! Duro é encarar aquelas questões espinhosas e polêmicas. Cada gramático diz uma coisa e a gente fica no meio do caminho. Para mim, outras (grandes!) dificuldades são as palavras não dicionarizadas. A gente tem que se pautar por analogias com outras palavras, mas nem sempre a coisa fica satisfatória. E as palavras que parecem erro? A clássica “muçarela”, a concordância dos adjetivos compostos de cor (“blusas amarelo-escuras vs. “blusas verde-oliva”)…

Parabéns a todos os revisores!!

 

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por no dia 28 de março, 2013      nenhum comentário

O tradutor como escritor

Entre os dias 23 e 26 de setembro de 2013 acontecerá o XI Congresso Internacional da ABRAPT e V Congresso Internacional de Tradutores, na UFSC, em Florianópolis/SC. Um dos simpósios propostos é “O tradutor como escritor”, que conta com a coordenação da tradutora e diretora da Scientific, Claudia Buchweitz, em parceria com William F. Hanes, tradutor e doutorando PGET – UFSC. Estudos de caso relacionados a assuntos biomédicos já podem ser submetidos. Maiores informações a seguir:

 

O TRADUTOR COMO ESCRITOR

A tradução e revisão de manuscritos biomédicos frequentemente requer que o texto seja reorganizado e reescrito para produzir um artigo aceitável. Para serem capazes de fazer isso, os tradutores precisam aprender sobre os aspectos específicos do gênero científico e das várias diretrizes e princípios que regulam as publicações biomédicas. Este simpósio terá como foco: 1) principais diretrizes da área biomédica; 2) aspectos específicos do gênero que impactam a tradução; 3) a relação entre tradutores e autores; 4) questões de reconhecimento e autoria. Sugerimos a submissão de estudos de caso, ou seja, de descrições de experiências bem ou mal-sucedidas de tradutores, análises de instruções para autores abordando aspectos da escrita, ou relatórios e análises de melhores práticas regulando a tradução biomédica em todo o mundo.

* Coordenadores: Me. Claudia Buchweitz (tradutora) e William F. Hanes (tradutor e doutorando PGET – UFSC).

* E-mails: claudia@scientific.com.br e contato@translingual.com.

* Línguas aceitas para comunicações neste simpósio: inglês ou português.

 

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por no dia 6 de março, 2013      nenhum comentário

Carreira: tradutor e intérprete

Traduzir é uma função que se desdobra em uma série de atividades distintas: tradução de documentos, textos, contratos, publicações, áudios, filmes, elaboração de legendas e interpretação em palestras e eventos.

O Brasil será sede da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas de 2016, por isso deverá crescer a busca por serviços como tradução de websites, contratos e documentos oficiais, acompanhamentos de reuniões internacionais e monitoramento de atividades turísticas. Pérsio Burkinski, tradutor e intérprete, fala sobre questões como salário inicial e como entrar no mercado de trabalho no vídeo a seguir.

É interessante lembrar que o perfil de quem trabalha como tradutor de textos e com interpretação é bem diferente. “O tradutor é mais solitário, no sentido que faz trabalho na casa dele ou no escritório. Não precisa ter contato grande com outras pessoas. O intérprete precisa ser pessoa que gosta de se comunicar, de falar com os outros, de interatividade, de estar com outras pessoas”, segundo Pérsio. Mas para realizar essas duas tarefas o profissional precisa pesquisar o assunto que vai traduzir para se familiarizar com o vocabulário da área. “O profissional trabalha com pressão e precisa ter uma preparação muito boa”, segundo o tradutor Eduardo Castelã Nascimento.

Fonte

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por no dia 16 de agosto, 2011      nenhum comentário