Linguagem

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por no dia 11 de outubro, 2015      nenhum comentário

Estudo indica que aulas de música ajudam a aprimorar a habilidade de leitura de crianças

Um artigo recentemente publicado no periódico PLOS ONE sugere que aulas de música ajudam no desenvolvimento linguístico infantil. Pesquisadores da Northwestern University (EUA) realizaram um estudo randomizado controlado com crianças de 6 a 9 anos, pertencentes a famílias de baixa renda.

Algumas crianças participaram de aulas de música e outras não. Depois de um ano, aquelas que tiveram essas aulas apresentaram maior capacidade de leitura e, não bastasse isso, tal habilidade foi reduzida nas crianças que não tiveram classes de música, ficando inclusive abaixo da média para a faixa etária.

Trata-se de um dos primeiros estudos longitudinais nesta área de pesquisa, o que dá mais força aos achados e faz os pesquisadores vislumbrarem benefícios da educação musical a outras áreas de aprendizagem. Entretanto, a razão para essa relação ainda precisa ser elucidada.

Mais informações: PsyPost

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por no dia 18 de abril, 2015      nenhum comentário

Podemos aprender um idioma dormindo?

Um artigo publicado no periódico Cerebral Cortex sugere que sim. Psicólogos da University of Fribourg (Suíça) solicitaram a 60 falantes de alemão que aprendessem algumas palavras do idioma holandês que ainda não conheciam. Em seguida, metade do grupo foi dormir ao som de uma gravação em que as mesmas palavras eram repetidas. Os demais voluntários permaneceram acordados, ouvindo a mesma gravação.

Cerca de 4 horas depois, todos foram submetidos a um teste para avaliar a memorização do vocabulário. Os resultados demonstraram um nível de acerto maior entre aqueles que dormiram. Mesmo considerando os impactos da privação do sono na memória, a equipe de cientistas responsável pelo estudo acredita que os seres humanos têm capacidade de concretizar o aprendizado enquanto dormem.

Mais informações: Wired

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por no dia 4 de agosto, 2014      nenhum comentário

25 de julho – Dia Nacional do Escritor

Hoje é um dia especial. Dia de homenagear aqueles que nos propiciam navegar por mares nunca dantes vistos. Dia de enaltecer aqueles que nos colocam em contato com a cultura de povos remotos. Dia de agradecer àqueles que nos contam histórias e estórias, com riqueza de detalhes ou com algumas pitadas de fantasia. Tudo isso no folhear das páginas de um livro.

A concepção da data se deu no início dos anos 1960, durante o I Festival do Escritor Brasileiro, evento organizado pela União Brasileira de Escritores, no Rio de Janeiro. À época, a associação de escritores mais antiga do país tinha Peregrino Júnior como presidente e Jorge Amado como vice-presidente.

PARABÉNS, ESCRITORES!

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por no dia 25 de julho, 2014      nenhum comentário

Pesquisa sugere que bilinguismo posterga o envelhecimento do cérebro

Um artigo publicado recentemente no Annals of Neurology sugere que o domínio de um segundo idioma retarda o declínio de funções cerebrais decorrente do envelhecimento. O estudo, realizado na Universidade de Edimburgo (Escócia), foi o primeiro a examinar os efeitos cognitivos do bilinguismo numa fase posterior da vida. Os primeiros testes foram feitos em 1947 e envolveram 1091 voluntários com 11 anos de idade; 853 deles participaram da segunda fase, entre 2008 e 2010.

Nem todos os participantes tinham aprendido um segundo idioma antes de realizarem a primeira fase de testes. Isso indica que os efeitos reportados na pesquisa se dariam independentemente da idade de aquisição da segunda língua. Há também indícios de que o conhecimento de três ou mais idiomas acarretaria benefícios mais intensos, mas outras pesquisas são requeridas, porque tal variável já produziu resultados contraditórios em estudos anteriores.

Leia o artigo: Annals of Neurology

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por no dia 9 de junho, 2014      nenhum comentário

Um dia repleto de poesia

O Dia Mundial da Poesia foi proclamado pela UNESCO em 1999. 21 de março é uma data para celebrar o pleno uso da linguagem, a livre expressão de ideias através das palavras e o diálogo entre diferentes culturas. Também é um dia para refletir sobre estes e outros efeitos benéficos que a poesia proporciona.

A poesia transcende a escrita, interage com outras artes (como teatro, dança, música e pintura) e valoriza a diversidade linguística. Ela é capaz até mesmo de proteger aqueles idiomas falados em pequenos povoados (muitos deles ameaçados a cair em desuso). Dotada de um encantamento singular, a poesia expressa culturas com sutileza, fortificando os laços de uma comunidade. A poesia é mágica!

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por no dia 20 de março, 2014      nenhum comentário

Estudo sugere que bebês diferenciam idiomas

Um estudo desenvolvido na Universidade de Auckland é o primeiro a sugerir que, ao final do primeiro ano de vida, as crianças já compreendem que as palavras não são compartilhadas por falantes de línguas diferentes.

As análises dos testes foram feitas considerando que objetos ou acontecimentos novos chamam mais atenção dos bebês em relação ao que eles já conhecem. A pesquisa foi publicada no periódico Developmental Psychology.

Mais detalhes: The University of Auckland

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por no dia 15 de janeiro, 2014      nenhum comentário

Brasil é o 38º em proficiência em inglês

O Brasil é um país de baixa proficiência em inglês. A avaliação do terceiro ranking da EF Education First não traz nenhuma grande novidade. “A booming economy demands more English speakers” é o título da seção reservada ao país no relatório. A Argentina tem, de longe, a melhor proficiência da América Latina (classificada como “moderada”), superando até mesmo França, Espanha, Itália e Japão. O Uruguai vem na sequência, num patamar próximo ao brasileiro.

Como causas da discrepância entre a força da economia e a qualidade da comunicação em inglês no Brasil, o relatório destaca a baixa qualidade do sistema educacional e o elevado custo dos cursos livres, o que restringe o domínio do idioma à população com alto poder aquisitivo. Por outro lado, traça uma tendência otimista, projetando o crescimento do mercado de escolas de idiomas no país, uma vez que 80% da classe média não domina nenhum idioma estrangeiro.

Por fim, o relatório enaltece o programa Ciências sem Fronteiras, mas ressalta a necessidade de criação do Inglês sem Fronteiras (cujas aulas começam hoje), para que todas as vagas em instituições estrangeiras reservadas a universitários brasileiros sejam preenchidas.

Mais detalhes: EF English Proficiency Index 2013

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por no dia 13 de janeiro, 2014      nenhum comentário

Revisor – as dores e as delícias da profissão

Hoje, 28 de março, é o dia do revisor. Resolvemos apresentar a percepção da profissão por parte de uma revisora que já passou pela nossa empresa, Letícia Loder, que atualmente trabalha com textos técnico-científicos na Embrapa, em Brasília. Leia o depoimento dela:

Particularmente, adoro quando o material a revisar apresenta desafios, levando-me a parar o trabalho e fazer pesquisa, trocar ideias com colegas, etc. É tão bom quando a gente consegue construir uma explicação redondinha e fazer a correção no texto com base e propriedade! Duro é encarar aquelas questões espinhosas e polêmicas. Cada gramático diz uma coisa e a gente fica no meio do caminho. Para mim, outras (grandes!) dificuldades são as palavras não dicionarizadas. A gente tem que se pautar por analogias com outras palavras, mas nem sempre a coisa fica satisfatória. E as palavras que parecem erro? A clássica “muçarela”, a concordância dos adjetivos compostos de cor (“blusas amarelo-escuras vs. “blusas verde-oliva”)…

Parabéns a todos os revisores!!

 

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por no dia 28 de março, 2013      nenhum comentário

O tradutor como escritor

Entre os dias 23 e 26 de setembro de 2013 acontecerá o XI Congresso Internacional da ABRAPT e V Congresso Internacional de Tradutores, na UFSC, em Florianópolis/SC. Um dos simpósios propostos é “O tradutor como escritor”, que conta com a coordenação da tradutora e diretora da Scientific, Claudia Buchweitz, em parceria com William F. Hanes, tradutor e doutorando PGET – UFSC. Estudos de caso relacionados a assuntos biomédicos já podem ser submetidos. Maiores informações a seguir:

 

O TRADUTOR COMO ESCRITOR

A tradução e revisão de manuscritos biomédicos frequentemente requer que o texto seja reorganizado e reescrito para produzir um artigo aceitável. Para serem capazes de fazer isso, os tradutores precisam aprender sobre os aspectos específicos do gênero científico e das várias diretrizes e princípios que regulam as publicações biomédicas. Este simpósio terá como foco: 1) principais diretrizes da área biomédica; 2) aspectos específicos do gênero que impactam a tradução; 3) a relação entre tradutores e autores; 4) questões de reconhecimento e autoria. Sugerimos a submissão de estudos de caso, ou seja, de descrições de experiências bem ou mal-sucedidas de tradutores, análises de instruções para autores abordando aspectos da escrita, ou relatórios e análises de melhores práticas regulando a tradução biomédica em todo o mundo.

* Coordenadores: Me. Claudia Buchweitz (tradutora) e William F. Hanes (tradutor e doutorando PGET – UFSC).

* E-mails: claudia@scientific.com.br e contato@translingual.com.

* Línguas aceitas para comunicações neste simpósio: inglês ou português.

 

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por no dia 6 de março, 2013      nenhum comentário