As 50 mulheres dos nossos 18 anos

A Scientific Linguagem – que no dia a dia carinhosamente chamamos de Sci – completou 18 anos em maio de 2016. Entre outras marcas dessa IMG_3486pequena empresa está a participação sempre majoritária e crucial das mulheres – 50 desde 1998. Algumas permanecem conosco. Outras fundaram suas próprias empresas e são agora parceiras de negócios. Outras seguiram rumos inesperados. Muitas se formaram, entraram no mercado de trabalho, algumas casaram, outras tiveram filhos, outras mudaram de cidade. Cada uma teve conosco uma experiência diferente, fácil ou difícil, criativa, produtiva e normalmente intensa. Em todos os casos, deixaram na casa ingredientes que utilizamos no nosso laboratório cotidiano de fazer empresa, de pensar o bom e o ruim dessa parte tão importante da vida que é o nosso trabalho. Neste ano complicado, nesse mundo com fronteiras em mudança, aquele abraço a todas elas.

Go do good things!

Aline C, Aline T, Amanda, Ana Paula, Ana Rachel, Ana Rita, Andréa, Carolina, Christine, Claudia, Denise, Edna, Elisangela, Evelyn, Fabiana, Fabiane, Fernanda, Flávia, Francine, Gabriela, Graça, Graziela, Janisa, Juliana, Karin, Larissa, Laura, Letícia, Lídia, Luciene, Luisa, Mariana B, Mariana K, Maristela, Mauni, Miriam, Nara, Natália, Patricia F, Patricia, Pietra, Regina, Renata, Susanne, Solange, Thays, Veridiana, Viviane F, Viviane P, Weibke <3

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Postado no dia 26 de maio de 2016      nenhum comentário

17 de maio – Dia Mundial da Reciclagem

Embora haja muitos processos de reciclagem, algumas medidas simples podem ser tomadas no dia a dia. A primeira delas, claro, é consumir menos: pense duas vezes antes de trocar um bem que ainda tem condições de uso. Além disso… 

 

- Compre produtos já reciclados!

- Reutilize embalagens de margarina e doces para guardar restos de comida.

- No supermercado, prefira marcas com embalagens mais simples, que contenham menos plástico.

- Não dê de presente brinquedos que precisam de pilhas para funcionar.

- Em casa, use guardanapos de pano em vez de papel.

- No trabalho, prefira as versões eletrônicas de documentos importantes, evitando imprimir esses materiais.

-  Em vez de jogar fora, reutilize camisetas e cortinas velhas (que não estejam em condições de doação) como panos de limpeza.

- Guarde a água das chuvas para regar plantas e lavar calçadas.

- Armazene e descarte corretamente óleo de cozinha usado. Além de poder ser usado na produção de ração animal, detergentes biodegradáveis e lubrificação de máquinas agrícolas, descartar o óleo corretamente (em vez de jogar no ralo) impede contaminação da água e entupimento de esgotos.

- Doe objetos sem uso para instituições de caridade, ao invés de jogá-los fora.

- No restaurante, prefira sucos naturais feitos na hora, servidos no copo (não em uma embalagem industrializada).

- Não utilize canudinho para beber.

- No restaurante, use o mesmo prato para servir-se uma segunda vez — economia de água!

- Não embrulhe presentes.

- No lixo do banheiro, use um saco de papel em vez de um saco de plástico.

- Carregue uma eco-bag na bolsa, no bolso ou na mochila.

- Informe-se sobre coleta seletiva na sua cidade.

- Descarte corretamente o lixo eletrônico (pilhas, baterias, celulares, computadores, câmeras).

 

Recapitulando, reciclagem é o processamento de materiais usados na criação de novos produtos para prevenção do desperdício de materiais potencialmente reutilizáveis, redução do consumo de matéria-prima e redução da poluição do ar (causada pela incineração) e da água (causada pelo aterramento), o que consequentemente reduz a necessidade de “eliminação” convencional e a emissão de gases causadores do efeito estufa, se comparada com a produção que utiliza matéria-prima virgem. Entre os materiais que podem ser reciclados estão muitos tipos de vidro, papel, metal, plástico, tecidos e eletrônicos.

E então, quantas dessas dicas é possível incorporar à vida cotidiana? A gente aceita o desafio!

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Postado no dia 17 de maio de 2016      nenhum comentário

A tradução que é o original: os artigos científicos

Um fato bastante óbvio sobre os artigos científicos, mas que passa, muitas vezes, despercebido, é que os textos de origem enviados para tradução normalmente desaparecem do mundo e são substituídos por suas traduções, que se tornam o texto original. Por conta disso, acreditamos que os tradutores têm um papel importante em ajudar o autor a produzir um excelente texto. Para tanto, devem posicionar-se como escritores/editores – tornar o texto claro e legível, apontar lacunas de informação, melhorar a coesão e a coerência e evitar plágio não intencional, que pode ocorrer quando o autor, ao montar o artigo, “copia em português” trechos do artigo que está citando.  traduimage

Para que essa empreitada tenha sucesso, autores e tradutores precisam trabalhar em equipe. Normalmente, a produção bem-sucedida de um artigo científico precisa de mais de uma rodada de elaboração. O tradutor/editor trabalha no texto, envia essa versão ao autor com dúvidas e comentários e revisa o texto novamente ao menos uma vez para finalização.

Entre as contribuições que os autores podem fazer para esse processo estão:

  • Negocie com o tradutor um cronograma que contemple o tempo necessário para um bom trabalho de texto. Traduzir é uma tarefa cognitivamente exigente; a tradução de 2.500 palavras não deve ser feita de um dia para o outro. Além disso, essa primeira tradução precisará ser revisada e editada antes de chegar ao autor.
  • Envie ao tradutor os principais artigos que você citou. Muitos tradutores (talvez a maioria deles) não têm acesso a revistas pagas e a consulta a esses textos é fundamental para a produção textual. O envio dos artigos citados também reduzirá bastante o tempo de pesquisa e pode melhorar o prazo de finalização.
  • Produza um texto claro para fins de tradução – se você não é um escritor de mão cheia, expressar claramente o objetivo do artigo e escrever frases curtas, em ordem direta, já ajuda muito e pode economizar tempo. Concentrar-se em escrever claramente o objetivo do artigo permite que o tradutor/editor consiga sugerir alternativas corretas para o título e as conclusões (por exemplo) e consiga perceber pontos do texto que são inconsistentes com o que trabalho se propõe a fazer.
  •  Tenha clareza sobre as limitações do trabalho e comunique isso ao tradutor/editor.
  • Considere a possibilidade de reconhecer o trabalho do tradutor/editor na seção de “Acknowledgements”. Muitos autores preferem não fazer isso, mesmo quando uma revista pede que seja feito. Entretanto, não há demérito em obter ajuda profissional para a produção de um texto eficiente. Falar uma língua é bastante diferente de escrever essa língua – e escrever em uma língua não resulta automaticamente em proficiência na escrita de variedades técnicas daquela língua.

 

As contribuições dos tradutores incluem:

  • Dedique-se a estudar o formato e a estrutura dos artigos científicos, um gênero no qual a forma também tem significado – a ausência de determinados marcadores no lugar certo, como a ausência do objetivo no final da introdução, pode desqualificar o artigo mesmo que o trabalho tenha mérito científico. Os pareceristas não vão desperdiçar tempo procurando no texto informações que estejam fora de lugar.
  • Não tente fazer sentido de frases que não têm sentido. É melhor dizer ao autor “não entendi” ou perguntar se “é isso mesmo que vocês querem dizer”.  Mesmo que você não seja especialista na área do autor, o fluxo de ideias em um artigo (normalmente) é acessível para leitores proficientes que sejam capazes de compreender as relações entre elementos linguísticos dentro da frase, entre as frases e entre partes diferentes do texto.

 

Embora esses passos impliquem maior dedicação de tempo antes da submissão, costumam resultar em economia de tempo mais tarde, quando os pareceres retornam – e podem, inclusive, evitar a recusa do artigo por razões que não sejam nem de mérito científico, nem de tradução, mas sim, simplesmente, de falta de diálogo e organização.

Produção texto & imagem: ACBG

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Postado no dia 6 de fevereiro de 2016      nenhum comentário

Saúde oral ao longo da vida: um direito humano fundamental

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Em março de 2015,  a Organização Mundial da Saúde publicou a Declaração de Tóquio sobre Assistência Odontológica e Saúde Oral para uma Longevidade Saudável. A Declaração defende seis pontos:

1. Promover um esforço conjunto e organizado para produzir evidências científicas acerca da contribuição da saúde oral para aumentar a expectativa de vida saudável, com uso dessas evidências na formulação de políticas de saúde;

2. Com base nessas evidências, investigar o status das políticas nacionais de saúde oral e das atividades regionais de saúde, com compartilhamento de resultados e informações entre as nações do mundo;

3. Reconhecer que a manutenção da saúde oral inclusive na velhice é um fator fundamental de qualidade de vida, com papel na proteção e prevenção contra o agravamento de doenças não transmissíveis e contribuição para o aumento da expectativa de vida;

4. Conclamar as instituições e profissionais de saúde oral para garantir uma atenção adequada ao longo de todos os ciclos de vida nas sociedades em envelhecimento, contribuindo para iniciativas organizadas de saúde oral, com alcance nacional;

5. Promover políticas de saúde oral que permitam o reconhecimento de riscos comuns às doenças orais e às doenças não transmissíveis e o desenvolvimento de abordagens conjuntas aos fatores de risco e à prevenção de doenças orais e perdas dentárias, com manutenção e revitalização da função oral ao longo da vida;

6. Para possibilitar esses passos, criar um ambiente que permita e encoraje a prática professional colaborativa.

O texto completo da Declaração, em inglês, está disponível aqui.

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Postado no dia 26 de outubro de 2015      nenhum comentário

Na Scientific, hoje também é Dia do Médico.

Todos os dias, temos o privilégio de trabalhar junto com os médicos na produção de conhecimento – uma colaboração que faz aumentar a cada ano a nossa admiração e respeito por esses incríveis profissionais.

Por isso, médicos, 365 vezes: parabéns!

Heart

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Postado no dia 18 de outubro de 2015      nenhum comentário

Só assine embaixo de um texto tão profissional quanto o seu trabalho: o texto do tradutor.

Assine em baixo

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Postado no dia 11 de outubro de 2015      nenhum comentário

30 de setembro: Dia Internacional do Tradutor e da Tradução

Para dizer certo em outra língua, não basta saber falar: precisa saber traduzir.

Parabéns aos tradutores profissionais que nos ajudam, todos os dias, a expressar precisamente o que os nossos clientes querem dizer.

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Postado no dia 30 de setembro de 2015      nenhum comentário

2016 Public Health Collaborative Field Course in Brazil

Inscrições abertas até o dia 30 de setembro para o curso colaborativo de campo em Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública de Harvard/Universidade Federal do Ceará – 2016 Public Health Collaborative Field Course in Brazil.

Datas do curso: 4 a 21 de janeiro de 2016
Local: Fortaleza
Para candidatar-se:
- Preencher formulário em inglês (clique aqui);
- Enviar currículo, carta de referência e históricos das disciplinas dos dois últimos cursos de pós-graduação (inclusive do atual, se o candidato estiver cursando) para o e-mail brazil_office@harvard.edu com tópico da mensagem “2016 Public Health Collaborative Course” (se não houver tempo para traduzir estes materiais, enviar em português: porém, para o curso, os alunos precisam ter proficiência em inglês);
- O curso é gratuito para estudantes brasileiros.

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Postado no dia 23 de setembro de 2015      nenhum comentário

O quintal do apartamento

Se pensarmos na expressão “charme urbano”, é possível que a cidade de Toronto não surja naturalmente na nossa lista mental. De fato, o charme de Toronto, a maior cidade do Canadá, é melhor definido como transurbano – com canteiros, jardins e bosques que fazem parte do tradicional cotidiano de prédios, carros e gente em movimento das metrópoles.

Por exemplo: quem mora em um prédio de 40 andares em uma área central de Toronto pode (sempre que o tempo permitir) fazer sua caminhada diária por trilhas que se estendem ao longo dos cursos d’água que cruzam a cidade. Dentro desses espaços, seria possível dizer que se está fora da cidade – a não ser pelo fato de que, ao menos em Toronto, o conceito de urbano compreende ter em si esses grandes quintais que são, cotidianamente, usados por pessoas com seus cães, ciclistas e corredores.

Claro que nesses bosques urbanos, embora não pareça haver qualquer sensação de insegurança, há sinais de uma existência que depende de decisão política e comunitária. Por vezes encontra-se lixo, ou mau cheiro, ou, se houver qualquer parede, pichação. Mas é evidente que existe vontade, planejamento e investimento, como mostra o caso do Centro Ambiental Evergreen Brick Works. Essa iniciativa, a partir de parceria público-privada, iniciou a recuperação de uma grande área ocupada por uma olaria que encerrou suas atividades em 1984. Em 2010, o Centro passou a funcionar ao longo do ano todo, oferecendo trilhas, espaço e atividades gratuitas para crianças, feira de produtores, rinque de patinação no gelo e atividades permanentes de recuperação e conservação ambiental.

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Postado no dia 14 de setembro de 2015      nenhum comentário

Nossa rotina: 7 anos, 650 revistas

Entre 2008 e 2014, a equipe da Scientific Linguagem formatou artigos para nada menos do que 650 títulos diferentes (veja a lista). Em muitos casos, além da formatação, fizemos também a submissão dos artigos e acompanhamos o processo de respostas aos pareceristas, com leitura de centenas de pareceres.

As revistas mais frequentes nesse período foram: Oral Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, Oral Radiology, and Endodontology (20 formatações); International Journal of Oral & Maxillofacial Surgery – IJOMS (19 formatações); Journal of Endodontics (18 formatações); Photomedicine and Laser Surgery (15 formatações); Annals of Hepatology (13 formatações); e PLOS One (12 formatações).

A leitura de 650 documentos de instruções para autores nos ensinou muita coisa. Sabemos que, embora a formatação bem feita não seja o principal quesito de aceitação do artigo, é um fator importante para ganhar tempo – já que, muitas vezes, os artigos com problemas de formatação são devolvidos antes de serem enviados para avaliação. Uma formatação caprichada também ajuda conquistar o respeito dos pareceristas.

Além disso, aprendemos que muitas vezes as instruções estão desatualizadas, sendo necessária a consulta também aos sistemas de submissão e, em alguns casos, às secretarias editoriais das revistas. Também aprendemos que, a partir da formatação, é possível auxiliar o autor na elaboração de um texto mais ajustado às características exigidas de um artigo científico.

O processo de formatação exige muita atenção, muita paciência e a capacidade de executar uma tarefa simultaneamente braçal e intelectual. Como no caso de muitas técnicas cirúrgicas, o número de procedimentos é um importante indicador de sucesso. Esses 650 títulos refletem justamente esse mix de habilidades, que dedicamos, como sempre, aos nossos clientes.

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Postado no dia 5 de setembro de 2015      nenhum comentário